Ontem, dia 19 de maio de 2026, meu Avozinho Zacarias Cavalcanti deixou o plano físico. Em sua memória, gostaria de deixar uma pequena mensagem aqui no Blog, já que ele sempre foi o maior apoiador desta história, das minhas palavras. Quero dizer exataemente o seguinte:
Descanse em paz, meu vovozinho! Sempre acreditei que o senhor seria imortal, que você chegaria aos 100 anos, que você iria além conosco! No entanto, descobri que a imortalidade está nos momentos que permanecem conosco em nossas lembranças, assim como o Céu, em suas diferentes tonalidades, está sempre acima. de todos nós. Portant, Você está e sempre estará no seu amor pelo Sport, em um pratão de comida boa, nas pipocas estouradas nas festas que fomos em sua antiga casa, em todas as surpresas de uva que comi no vigésimo andar da beira-rio, nas inúmeras camisetas azuis que você gostava de usar (mesmo sem perceber que azul era sua cor favorita), nos livros inteligentes que você lia (um por mês, pelo menos), nos elogios que recebi por cada texto deste Blog, nas caminhadas pela beira-rio, nas piadas sem graça (e, por isso, engraçadas), na música que Manu e eu compusemos para o senhor, nas conversas por chamada de vídeos, nos closes nos seus canais auditivos durante essas chamadas de vídeo, na presença na minha defesa de doutorado (você disse que assistiu a tudinho, de cabo a rabo), no livro e no conto publicados com a sua ajuda, na igreja matriz de uma cidade do interior (que sempre fica em frente à praça), na verdade de que a idade não nos torna imunes a tristeza, na porta desenhada dez vezes para satisfazer o seu perfeccionismo, no seu jeito metódico de ser, na realização daquilo que era possível (e não em sonhos inalcançáveis), na sua presença em minha colação de grau (foi um desafio ir de cadeira de rodas? Foi! Mas você estava lá marcando presença e deixando de lembrança uma foto nossa que é a minha preferida de todas aquelas que tiramos), no jog do Sport que não fomos juntos porque você tinha uma acompanhante secreta para levar no meu lugar, nos palitos de dente que você pegava depois de todas as refeiçõs para limpá-los e em tudo aquilo que não coube aqui.
Até o nosso reeoncontro, Vovozinho!
Te amo muito!
Cacá.
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