Hoje, dia 22 de fevereiro de 2026, meu filhotinho de quatro patinhas, meu amado Baltazar Francisco, completa um aninho de vida. Baltinho, como gosto de chamá-lo, é dengoso, manhoso e carinhoso. Ele é bem engraçadinho. Quando saímos para passear, ele, muitas vezes, tenta escalar alguma elevação, para fazer coco. Quando digo elevação, incluo troncos de árvore, rampinhas e "degraus". No caso dos degraus, ele coloca a bundinha acima dele e deixa lá a sua "obra-prima" de arte. Ainfa falando nas suas arteirices, às vezes, ele quer fazer coco e xixi ao mesmo tempo. Prático que só ele. Babal (outro apelido que uso com frequência) gosta de se delatar. Mainha proibiu sua subida no sofá da sala (tudo porque ele fez xixi algumas vezes na manta que o cobre), mas ele, rebelde como todo doguinho de personalidade, depois do passeio e quando as patinhas e o corpinho já estão limpos, sobe no sofá e late. Late para avisar que está desrespeitando a proibição (olhem a imagem acima). O interessante é que o latido para isso é diferente daquele que ele usar para latir para as outras coisas. E toda vez que ele apronta uma dessas, eu vou a sala e peço para ele sair do sofá. Sabe o que ele faz? Continua lá! Só desce quando eu dou um passo em sua direção! Ele corre o mais rápido possível para fugir do castigo. É muito engraçado. Voltando aos latidos, Baltazar é um alerta ambulante. Qualquer sonzinho que venha de fora, qualquer sonzinho que o desperte do seu soninho, faz o meu príncipe encantado latir. Ele sempre me avisa sobre uma "movimentação" estranha (e, às vezes, nem estranha é - como meus pais indo falar comigo no meu quarto). Outra coisa divertida sobre meu filhotinho é que ele senta de uma forma diferente. Baltinho geralmente deixa as patas traseiras estendidas para trás. E isso que ele faz é igualzinho ao que o pai dele, Thor, costuma fazer. A genética é mesmo poderosa. Mas ele não apenas senta de uma forma diferente. Ele também deita de uma maneira diferente. Além das patas traseiras estendidas, as patas dianteiras ficam para dentro (olhem a imagem abaixo). Ele as esconde sobre o próprio corpo, exatamente como os gatos fazem. É tão fofinho! O que quero dizer com tudo isso é que eu amo cada pedacinho desse meu serzinho de quatro patinhos. Ele deixa tudo 100% melhor. A vida com ele é mais bonita e muito mais engraçada. Falando em coisas engraçadas, preciso contar mais uma coisa: quando chego do passeio, arrumo o lava patas e umedeço um pano para passar no corpinho dele. Assim que termino, vou pegá-lo para "despoluí-lo". Sabe o que ele faz? Foge todas as vezes. Às vezes, para o quarto dos meus pais; às vezes, para o quarto do meu irmão; e, às vezes, para baixo da mesa. Nesse último caso, alguém tem que me ajudar a pegá-lo, porque, caso contrário, eu passaria a noite toda indo de um lado para o outro atrás dele. Inteligente demais esse neném, né? Para finalizar, quero deixar registrado nessa folha jã não tão em branco: Baltazarzinho, eu te amo muito e tenho aprendido muito com a sua presença. Saiba que você me ajuda a lutar diariamente contra o TOC, o que não é uma tarefa fácil. É, muitas vezes, estressante ficar muito tempo no nível dois de poluição, mas, por você, vale à pena. Obrigada por chegar às nossas vidas e transformá-las. Você e Wintinho são os nossos amores mais puros e preciosos. Nós todos te amamos muito e faremos de tudo para você ser o cãozinho mais feliz do mundo. Feliz aniversário, meu neném precioso!
O conto de hoje tem um sabor especial. Em seis de Junho de 2025, o blog "A Menina e o Sábio" completa DEZ anos de aventuras. Nesses dez anos, eu escrevi mais de 30 contos, alguns poucos desabafos e umas músicas e poemas. Todos esses textos estão registrados em mais de 200 páginas do word. É palavra à beça para uma jornada cheia de desafios. Sei que, às vezes, deixo esse meu espaço meio abandonado, mas eu não estou (e nunca estarei) pronta para abrir mão dele. Eu amo escrever. Ser aspirante a escritora é a parte de mim que eu mais gosto. Como eu já disse para amigos e familiares, pôr o que eu sinto em palavras é a coisa que eu mais gosto na vida. Nada me preenche tanto quanto transbordar poesia em um "papel" em branco. Que sorte a minha ter descoberto tão cedo (para mim, obviamente) a magia que as palavras transmitem. Durante muito tempo quis fazer medicina para salvar vidas, mas, no meio do caminho, entendi que existem outras formas de fazer isso. Escrever e compart...


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Prisci e Miguel